quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Sono e morto de cansaço.
Queria ter a dimensão ridícula dos Napoleões de hospício, das histórias da carochinha, das canções de ninar, das ilustrações infantis, das generalizações bobas, dos preconceitos, do medo, das ideologias, do amor, da televisão, da limitação.
Um sono sem sonho, bom e morto, uma idéia de morte compartilhada, de descanço do corpo e de desistência da alma.
Um sono sonho bom.