sexta-feira, 11 de maio de 2007

Fatiguer

E teria os mais carinhosos e sinceros elogios a você agora. Imbecil, digo docemente. Imbecil. Escrota. Com toda a doçura existente, é um lixo e um clichê deveras triste. É só uma boçalzinha. E nada mais. Digo isso com toda ternura. Idiota. E tudo soa como gentileza. Amo a sua imbecilidade, amo a cretinice que lateja por seus poros. É uma esquisóide, sem dó de o ser. Vúlgivaga virgem. Não comida e mal sexuada. De uma doçura completa.
Não comida e ressentida. Exala o doce desprazer das que não conhecem uma rola.
E te adoro completamente pela sua ingenua boçalidade.

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